sábado, 13 de junho de 2009

"Doutores da Alegria"

Terapia do riso
Palhaços especializados garantem o sorriso no rosto de crianças doentes em hospitais em todo o mundo


Clown Care Unit™ é o grupo de artistas que surgiu em 1986 com a idéia do palhaço americano Michael Christensen de levar às crianças internadas, pais e funcionários a alegria que os falta. Com Wellington Nogueira em 1991 a formação chegou ao Brasil e atingiu também outros países como Alemanha e França.

Doutores da Alegria, como são chamados aqui, são reconhecidos pelo trabalho excepcional que fazem e se denominam como um remédio sem contra-indicações e com 100% de aproveitamento. Todos os artistas que compõe o grupo são especializados na arte do palhaço, em artes circenses e musicais, garantindo o sorriso geral durante toda a visita.

A trupe não tem fins lucrativos e fazem cerca de 75 mil visitas por ano a crianças internadas nos hospitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. Com 18 anos de estrada o grupo já contém 58 artistas que se dedicam por completo às atividades voluntárias e que só cresce ano após ano.

Cenas como bixigas voando, bonecos nas camas, fantoches nas mãos e gargalhadas no ar são rotineiras na vida de quem participa do programa. Atualmente, 250 pessoas se inscrevem cada vez que surge uma vaga e os escolhidos passam por um ano de preparação e formação para depois serem oficialmente um Doutor da Alegria.

Em 2005 foi lançado o filme "Doutores da Alegria" no qual um documentário é feito abordando a história da trupe desde seus primeiros passos até o sucesso que são hoje. É impossível ver o trailler e não surgir aquele sorriso espontâneo no canto da boca ao ouvir a risada das crianças e enchergar o brilho no olhar ao arregalarem os olhos para as palhaçadas dos 'besteirologistas' de plantão.

Todos precisam conhecer mais a fundo esse grupo que não pede nada em troca de seus trabalhos.. Apenas o riso dos que muitas vezes são esquecidos.

Um comentário:

Fredy Rossi disse...

É impossível ver o trailler e não surgir aquele sorriso espontâneo e não se emocionar com um filme tao real.